
Foi dormir com pressa, mas a noite preguiçosa não queria chegar.
Ela tinha descoberto o amor, e precisava aprender como vivê-lo.
Era uma urgência bonita aquela, a de querer sonhar para alcançar.
E, talvez por isso, ela enfim se distraiu... e então aconteceu.
A menina teve uma noite voadora de tolices lindas, como deve ser o amor. Um vento soprando dentro dela, e horas longas nas margens do menino de olhos d’água.
Acordou pensando em quanto tempo poderia durar o agora...
Não sabia.
Mas torcia muito para que fosse parecido com um rio perene...
.
Nenhum comentário:
Postar um comentário